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Autor da lei do Batalhão Maria da Penha, Coronel Adailton defende avanço na proteção às mulheres

Deputado participou da assinatura do Pacto Goiano pelo Fim da Violência Contra a Mulher e defendeu a ampliação das ações de proteção às vítimas

por Carolyna
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O deputado estadual licenciado Coronel Adailton (SD) reforçou a necessidade de ampliar as políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher durante a assinatura do Pacto Goiano pelo Fim da Violência Contra a Mulher, realizada nesta semana em parceria com o Secovi-GO.

Autor da lei que criou o Batalhão Maria da Penha, em 2020, por meio de emenda apresentada a projeto da Governadoria, o parlamentar destacou a importância da iniciativa para o atendimento especializado. Entre as atribuições da unidade estão a fiscalização de medidas protetivas, o atendimento às vítimas e a atuação integrada com Judiciário, Ministério Público, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e demais órgãos da rede de proteção.

“Eu tenho a honra de ser autor da lei que criou o Batalhão Maria da Penha na nossa Polícia Militar de Goiás. Isso foi copiado por várias unidades da federação e eu fico feliz com isso. Todas as iniciativas que eu tomo enquanto parlamentar e como legislador, que são copiadas, significa que eu acertei”, ressaltou.

Coronel Adailton defendeu a união de diferentes setores para fortalecer a proteção às vítimas. “Redução da violência contra a mulher precisa ser rápida e passa pelas nossas mãos. A maioria das vezes ocorre no ambiente doméstico, que fica mais difícil. E agora a modalidade ainda evolui para essas ameaças ou até efetivas realizações de crime contra os filhos, porque esse é o fator que mais afeta qualquer mulher. E aí é que o agressor realiza as situações e consegue manter essa mulher sob suas garras”, declarou.

A estrutura especializada começou a ser construída em 2015, com a Patrulha Maria da Penha, responsável pelo acompanhamento e fiscalização de Medidas Protetivas de Urgência. Em 2020, a criação do batalhão ampliou essa atuação. Desde então, o modelo passou por novas etapas de expansão, incluindo o Sistema Maria da Penha, criado em 2023, e a ampliação da estrutura em 2025, com nova sede e mais três batalhões, totalizando quatro unidades especializadas no Estado

O pacto firmado nesta semana busca integrar ações de prevenção, proteção e apoio às mulheres, com foco em segurança, autonomia e dignidade. Ao destacar a continuidade do trabalho parlamentar, Coronel Adailton também convocou a sociedade a participar da construção de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. “Hoje reafirmamos nosso compromisso com uma sociedade onde nenhuma mulher tenha que viver com medo”, declarou.

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